Advogado Criminalista - Atendimento online em Todo o Brasil

106ª Delegacia de Polícia de Itaipava, Petrópolis – RJ. Advogado Criminalista de Defesa

106ª Delegacia de Polícia de Itaipava, Petrópolis – RJ. Advogado Criminalista de Defesa

A 106ª Delegacia de Polícia de Itaipava (106ª DP) é uma das principais unidades territoriais da Polícia Civil no município de Petrópolis, atendendo a região dos distritos e localidades da chamada área serrana de Petrópolis.

Quem recebe uma intimação da 106ª DP de Itaipava, descobre que existe uma investigação envolvendo seu nome ou precisa comparecer à unidade para prestar depoimento pode ter diversas dúvidas:

Por que fui intimado? Sou testemunha ou investigado? Posso descobrir o conteúdo da investigação antes de prestar depoimento? O advogado pode pedir cópia do inquérito? Tenho direito ao silêncio? Existe risco de prisão? Posso apresentar provas em minha defesa? Como funciona uma defesa criminal ainda durante o inquérito policial?

A primeira informação importante é que receber uma intimação policial não significa automaticamente que a pessoa será denunciada, processada ou presa.

Uma pessoa pode ser chamada à delegacia como vítima, testemunha ou investigada.

Por outro lado, quando existe uma investigação direcionada à própria pessoa, pode ser importante conhecer o contexto antes da realização de atos relevantes, principalmente antes do depoimento.

Neste artigo, explicaremos de forma completa como funciona a 106ª Delegacia de Polícia de Itaipava, onde está localizada, seus telefones, características da área atendida, exemplos de investigações realizadas pela unidade, direitos de quem está sendo investigado e como pode ocorrer a atuação de um advogado criminalista de defesa em Itaipava e perante a 106ª DP.


Onde fica a 106ª Delegacia de Polícia de Itaipava?

Segundo a Carta de Serviços da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, a unidade funciona no seguinte endereço:

106ª DP – Itaipava

Estrada União e Indústria, nº 8.764

Nogueira – Petrópolis/RJ

CEP 25730-735

A Estrada União e Indústria é uma das principais vias de circulação da região de Itaipava e dos distritos de Petrópolis.

Embora seja conhecida como 106ª DP de Itaipava, a sede física da unidade está situada em Nogueira.

Esse é um detalhe local importante, inclusive para quem recebe uma intimação e procura no Google por “Delegacia de Itaipava” ou “106ª DP Petrópolis”.


Quais são os telefones da 106ª DP de Itaipava?

A Carta de Serviços da Polícia Civil atualmente relaciona os seguintes números para a unidade:

(24) 2222-7094

(24) 2232-0135

(24) 2232-0153

(24) 2232-0128

Como telefones e rotinas administrativas podem sofrer alterações, é recomendável confirmar as informações nos canais institucionais antes de enviar documentos ou realizar deslocamento.


Quem é o delegado da 106ª DP de Itaipava?

Registros do Instituto de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro – ISP, inclusive referentes a janeiro de 2026, identificam o Delegado Victor Barbosa Maranhão Pinto como representante da 106ª DP na AISP 26.

Como a titularidade de uma delegacia pode ser alterada administrativamente, essa informação deve sempre ser confirmada quando houver necessidade prática específica.


A 106ª DP integra qual área de segurança pública?

A unidade integra a AISP 26 – Área Integrada de Segurança Pública de Petrópolis, juntamente com:

    • 105ª DP – Petrópolis;

    • 106ª DP – Itaipava;

    • 26º Batalhão de Polícia Militar.

O ISP registra reuniões periódicas dessa área integrada, inclusive em 2025 e 2026.

Essa organização é relevante porque Petrópolis possui mais de uma delegacia territorial.


Qual é a diferença entre a 105ª DP e a 106ª DP?

Petrópolis possui duas delegacias territoriais que aparecem com frequência nas ocorrências criminais do município.

A 105ª DP funciona no Retiro e está relacionada à região central e outras áreas da cidade.

Já a 106ª DP – Itaipava funciona em Nogueira e está ligada à região dos distritos, incluindo áreas como Itaipava, Nogueira e outras localidades da região.

Por isso, quem recebe uma intimação deve verificar cuidadosamente o número da delegacia indicado no documento.

Uma intimação da 105ª DP não deve ser confundida com uma intimação da 106ª DP de Itaipava.


A 106ª DP atende apenas Itaipava?

Não deve ser entendida dessa forma.

A unidade é conhecida como 106ª DP – Itaipava, mas sua atuação territorial abrange uma área mais ampla dos distritos de Petrópolis.

Registros públicos de investigações recentes demonstram atuação da unidade em localidades como:

    • Itaipava;

    • Posse;

    • Vale das Videiras;

    • Vale do Cuiabá;

    • outras regiões atendidas pela circunscrição.

Em março de 2025, por exemplo, uma investigação conduzida pela 106ª DP resultou na prisão de suspeito de homicídio ocorrido na Posse, após diligências, oitivas, análise de imagens e levantamentos em campo.

Também há registros recentes de atuação da unidade no Vale das Videiras, em investigação relacionada a furto e receptação.


O que faz a 106ª Delegacia de Polícia de Itaipava?

Como delegacia territorial, a 106ª DP exerce funções de polícia judiciária e investigação criminal.

Entre suas atividades podem estar:

    • registro de ocorrências;

    • instauração e tramitação de inquéritos;

    • elaboração de termos circunstanciados;

    • depoimentos de vítimas;

    • oitivas de testemunhas;

    • interrogatórios de investigados;

    • análise de documentos;

    • análise de imagens;

    • diligências de campo;

    • cumprimento de mandados;

    • investigações;

    • requisição de perícias;

    • identificação de suspeitos;

    • prisões em flagrante;

    • representação por medidas cautelares;

    • elaboração de relatórios;

    • encaminhamento dos procedimentos aos órgãos competentes.

A realidade recente da unidade demonstra atuação investigativa efetiva e não apenas registro administrativo de ocorrências.


Que tipos de crimes a 106ª DP investiga?

Como delegacia territorial, a unidade pode atuar em diferentes infrações dentro de sua atribuição.

Registros recentes mostram investigações envolvendo, por exemplo:

    • homicídio;

    • furto;

    • receptação;

    • roubo;

    • tráfico de drogas;

    • crimes sexuais;

    • outras infrações.

Em fevereiro de 2025, policiais civis da 106ª DP realizaram prisões em caso de furto e receptação de materiais de construção no Vale das Videiras.

Em março de 2025, a unidade participou de prisão relacionada a crime de estupro na Posse.

Em setembro de 2025, agentes da unidade prenderam suspeito de homicídio ocorrido em Itaipava, com atuação integrada envolvendo outras forças de segurança.

Em outubro de 2025, a 106ª DP participou, com a CORE e o GAECO, de grande operação contra o tráfico de drogas na Região Serrana.

Esses exemplos demonstram a diversidade e a complexidade das investigações realizadas pela unidade.


A 106ª DP utiliza imagens de câmeras em investigações?

Sim, dependendo do caso.

A utilização de câmeras de segurança aparece em investigações recentes relacionadas à unidade.

No caso de homicídio ocorrido na Posse em 2025, a investigação envolveu, segundo informações divulgadas, análise de imagens e diligências de campo.

Em dezembro de 2025, a 106ª DP também analisava imagens de câmeras de segurança em investigação de assalto a posto de combustíveis em Itaipava.

Isso demonstra a relevância da prova audiovisual tanto para a investigação quanto, eventualmente, para a defesa.


Recebi uma intimação da 106ª DP de Itaipava. O que fazer?

Essa é uma das situações que mais levam pessoas a procurar informações sobre uma delegacia na internet.

O primeiro cuidado é não presumir imediatamente que você está sendo acusado de um crime.

Uma pessoa pode ser chamada como:

    • vítima;

    • testemunha;

    • investigado;

    • suspeito;

    • ou para outro ato relacionado ao procedimento.

O primeiro passo deve ser identificar em qual condição você está sendo chamado.


Como saber por que fui intimado?

Analise cuidadosamente a intimação.

Procure informações como:

    • número do inquérito;

    • número do registro de ocorrência;

    • nome da unidade;

    • data;

    • horário;

    • setor responsável;

    • nome da autoridade;

    • eventual referência ao fato;

    • condição em que será ouvido.

Se essas informações não forem suficientes, um advogado poderá tentar identificar o procedimento pelos meios legalmente disponíveis.


Recebi uma intimação pelo WhatsApp. Pode ser verdadeira?

Pode haver comunicações policiais realizadas por meios eletrônicos.

Por outro lado, também existem golpes utilizando nomes de autoridades e instituições públicas.

Se houver dúvida, o ideal é confirmar diretamente pelos contatos oficiais da 106ª DP.

Não forneça:

    • senha bancária;

    • código de autenticação;

    • token;

    • senha de e-mail;

    • informações financeiras sensíveis,

para um contato cuja autenticidade não tenha sido confirmada.


Preciso comparecer à 106ª DP?

Uma intimação não deve ser simplesmente ignorada.

A forma correta de proceder depende do tipo de intimação e da posição da pessoa no procedimento.

Se houver impossibilidade concreta de comparecimento na data marcada, é recomendável entrar em contato com a unidade ou buscar orientação para verificar a possibilidade de remarcação.


Posso remarcar o depoimento?

Dependendo das circunstâncias, pode ser possível solicitar nova data.

Isso não significa que qualquer pedido será automaticamente aceito.

O correto é tratar a questão previamente com a unidade policial e justificar a impossibilidade de comparecimento.


Preciso de advogado para ir à 106ª DP de Itaipava?

A necessidade prática depende da situação.

Existe uma diferença importante entre:

ser chamado como testemunha

e

ser chamado como investigado.

Para quem está sendo investigado, a assistência de um advogado criminalista pode ser especialmente relevante.

A atuação do profissional pode começar antes do depoimento.


O advogado pode descobrir o motivo da investigação?

Dependendo dos dados disponíveis, o advogado pode tentar:

    • identificar o procedimento;

    • localizar o número do inquérito;

    • compreender a condição do cliente;

    • buscar acesso aos autos;

    • verificar os elementos já documentados.

Essa atuação pode ser importante para compreender o cenário antes de o cliente prestar declarações.


O advogado pode acessar o inquérito da 106ª DP?

A defesa possui direito de acesso aos elementos de prova já documentados relacionados ao exercício da defesa, observadas as regras legais.

Um dos principais fundamentos é a Súmula Vinculante nº 14 do Supremo Tribunal Federal.

Em termos práticos, podem estar disponíveis elementos como:

    • registro de ocorrência;

    • depoimentos já realizados;

    • documentos;

    • fotografias;

    • vídeos já incorporados;

    • laudos;

    • relatórios;

    • reconhecimentos;

    • decisões;

    • outras peças do procedimento.


O advogado pode conseguir cópia do inquérito?

Em regra, pode buscar acesso e cópia dos elementos acessíveis.

O objetivo não é apenas receber arquivos.

É necessário analisar juridicamente seu conteúdo.

Uma cópia do inquérito pode revelar:

    • quais acusações foram apresentadas;

    • quais testemunhas já foram ouvidas;

    • quais documentos existem;

    • quais provas estão sendo consideradas;

    • quais fatos ainda precisam ser esclarecidos.


O acesso pode ocorrer antes do depoimento?

Pode ser possível.

Quando a intimação é recebida com antecedência, uma sequência defensiva possível é:

intimação → advogado → identificação do procedimento → pedido de acesso → obtenção das cópias → análise → orientação → depoimento.

Essa é uma das razões para não deixar a procura por orientação para minutos antes do ato.


E se o inquérito estiver em sigilo?

O sigilo não significa automaticamente que o defensor do investigado ficará impedido de acessar todos os elementos.

Podem existir formalidades próprias, inclusive necessidade de procuração.

Também é necessário distinguir aquilo que já foi documentado daquilo que corresponde a diligência ainda em andamento.


O advogado pode conhecer antecipadamente todas as diligências?

Não.

Diligências em andamento podem permanecer resguardadas quando sua divulgação antecipada puder comprometer a investigação.

Por isso:

elemento já documentado e diligência futura ou ainda em execução não são a mesma coisa.


Por que analisar o inquérito antes do depoimento?

Porque o investigado pode acreditar que será chamado para esclarecer um fato simples e descobrir que a investigação já contém elementos muito mais amplos.

Podem existir:

    • depoimentos;

    • câmeras;

    • mensagens;

    • documentos;

    • perícias;

    • reconhecimento;

    • relatórios;

    • informações eletrônicas.

A análise prévia ajuda a compreender quais pontos realmente estão sob investigação.


O depoimento na delegacia é apenas uma conversa?

Não.

O depoimento formalizado passa a fazer parte do procedimento.

Ele pode ser posteriormente analisado pela:

    • Polícia Civil;

    • Ministério Público;

    • defesa;

    • Poder Judiciário, caso exista processo.

Por isso, deve ser tratado como um ato jurídico relevante.


O investigado tem direito ao silêncio?

Sim.

O investigado possui direito constitucional ao silêncio e proteção contra a autoincriminação.

Entretanto, isso não significa que permanecer em silêncio seja necessariamente a melhor estratégia em todos os casos.

A decisão depende da natureza da investigação e das provas disponíveis.


Falar ou permanecer em silêncio: como decidir?

A decisão deve levar em consideração:

    • fatos investigados;

    • provas já conhecidas;

    • documentos disponíveis;

    • conteúdo dos depoimentos anteriores;

    • riscos jurídicos;

    • existência de elementos defensivos.

Em alguns casos, prestar esclarecimentos pode ser importante.

Em outros, o silêncio pode ser mais prudente.


Se eu sou inocente, por que preciso me preparar?

Porque mesmo uma pessoa que afirma não ter cometido crime pode:

    • confundir datas;

    • não se lembrar de detalhes;

    • desconhecer determinada prova;

    • interpretar mal uma pergunta;

    • não saber que existe uma versão diferente;

    • deixar de mencionar documento importante.

A preparação jurídica não significa criar uma narrativa falsa.

Significa compreender o procedimento.


O advogado pode acompanhar o depoimento?

Sim.

O advogado pode prestar assistência ao investigado durante o ato.

Sua atuação pode incluir:

    • orientação jurídica;

    • acompanhamento das perguntas;

    • observação da regularidade do procedimento;

    • acompanhamento da formalização das declarações;

    • atuação diante de questões juridicamente relevantes.


O advogado responde pelo cliente?

Não.

O depoimento pertence à pessoa que está sendo ouvida.

O advogado presta assistência jurídica e não inventa ou presta declarações no lugar do cliente.


Posso apresentar provas durante a investigação?

Dependendo do caso, sim.

A defesa pode avaliar a apresentação de:

    • mensagens;

    • fotografias;

    • vídeos;

    • recibos;

    • contratos;

    • comprovantes;

    • documentos profissionais;

    • registros de localização;

    • documentos médicos;

    • elementos eletrônicos;

    • indicação de testemunhas.

Cada material deve ser analisado antes de ser entregue.


Posso apresentar imagens de câmeras na minha defesa?

Sim, quando forem relevantes.

Isso pode ser particularmente importante em Itaipava e nas regiões atendidas pela 106ª DP, onde muitos fatos podem ocorrer em:

    • condomínios;

    • pousadas;

    • hotéis;

    • restaurantes;

    • estacionamentos;

    • estabelecimentos comerciais;

    • residências;

    • estradas;

    • postos de combustíveis.

As próprias investigações recentes da 106ª DP demonstram uso de imagens de videomonitoramento como ferramenta investigativa.


Por que agir rápido para preservar imagens?

Porque câmeras particulares podem apagar automaticamente gravações antigas.

Se uma imagem puder demonstrar:

    • onde a pessoa estava;

    • qual veículo passou;

    • horário dos acontecimentos;

    • quem entrou em determinado local;

    • dinâmica do fato,

pode ser importante avaliar rapidamente sua preservação.


Mensagens de WhatsApp podem ser usadas?

Sim, dependendo do caso.

Entretanto, é recomendável preservar:

    • conversa completa;

    • datas;

    • identificação dos interlocutores;

    • mensagens anteriores;

    • mensagens posteriores.

Uma captura isolada pode não demonstrar corretamente o contexto.


Devo apagar mensagens relacionadas à investigação?

Não.

A destruição ou alteração de elementos pode prejudicar a própria defesa e gerar outras consequências.

Preserve o conteúdo e submeta-o à análise jurídica.


Posso procurar a pessoa que me acusou?

Isso exige muita cautela.

Entrar em contato impulsivamente pode gerar:

    • novas mensagens;

    • gravações;

    • discussões;

    • novos registros;

    • alegações de intimidação.

Se existir medida protetiva ou outra ordem judicial proibindo contato, a determinação deve ser integralmente cumprida.


Investigação por homicídio na 106ª DP

A unidade possui atuação recente em investigações de homicídio.

Em março de 2025, a investigação de homicídio ocorrido na Posse incluiu diligências, oitivas, análise de imagens e levantamentos em campo, culminando na identificação de suspeito e representação por medida cautelar.

Em setembro do mesmo ano, a 106ª DP também realizou investigação relacionada a homicídio em Itaipava, com posterior localização do suspeito fora do estado.

Casos dessa natureza exigem atuação defensiva especialmente cuidadosa, podendo envolver:

    • análise da cena;

    • imagens;

    • testemunhas;

    • perícias;

    • localização;

    • cronologia;

    • eventual participação de mais de uma pessoa.


Investigação por furto e receptação

A 106ª DP também atua em crimes patrimoniais.

Em fevereiro de 2025, agentes da unidade prenderam dois homens em investigação envolvendo furto e receptação de materiais de construção no Vale das Videiras.

Em casos dessa natureza, podem assumir importância:

    • origem do bem;

    • notas fiscais;

    • circunstâncias da posse;

    • mensagens;

    • preço pago;

    • imagens;

    • testemunhas;

    • identificação do proprietário.


Investigação por roubo em Itaipava

Em dezembro de 2025, a 106ª DP participou da investigação de assaltos a postos de combustíveis ocorridos em Itaipava e Areal, com análise de imagens de câmeras e outras diligências.

Em investigações de roubo, podem existir elementos como:

    • reconhecimento;

    • câmeras;

    • veículos;

    • vestimentas;

    • objetos;

    • testemunhas;

    • registros de localização;

    • perícias.

A defesa deve analisar concretamente a qualidade e a origem desses elementos.


Investigação por crimes sexuais na 106ª DP

Há também registros recentes de atuação da unidade em crimes sexuais.

Em março de 2025, uma ação conjunta entre a 106ª DP e policiais militares resultou em prisão por estupro na região da Posse.

Casos de acusação de crime sexual exigem extrema cautela.

Podem envolver:

    • depoimentos;

    • perícia;

    • mensagens;

    • testemunhas;

    • histórico entre as partes;

    • informações médicas;

    • provas digitais;

    • análise da cronologia.

A defesa deve ser estruturada a partir dos elementos concretos, sem generalizações.


Investigação por tráfico de drogas

A 106ª DP também aparece em operações de maior complexidade envolvendo narcotráfico.

Em outubro de 2025, a unidade atuou juntamente com a CORE e o GAECO em operação relacionada ao tráfico de drogas na Região Serrana, com cumprimento de mandados e bloqueio de patrimônio atribuído à organização investigada.

Investigações desse tipo podem envolver:

    • interceptações autorizadas judicialmente;

    • informações financeiras;

    • apreensões;

    • vigilância;

    • depoimentos;

    • dados digitais;

    • medidas cautelares.

A defesa deve analisar cuidadosamente a legalidade e o conteúdo dos elementos produzidos.


Posso ser preso ao comparecer à 106ª DP?

O simples fato de receber uma intimação não significa que existe ordem de prisão.

Intimação e mandado de prisão são atos diferentes.

Porém, se houver preocupação concreta sobre eventual ordem judicial ou medida cautelar, a situação pode ser analisada previamente por advogado.


A 106ª DP realiza prisões e cumpre mandados?

Sim.

Como demonstram investigações recentes, a unidade realiza diligências, prisões e cumprimento de medidas judiciais dentro de suas atribuições.

Isso, entretanto, não significa que toda pessoa intimada possua mandado contra si.


O que é indiciamento?

O indiciamento é um ato formal realizado pela autoridade policial dentro da investigação.

Ele não deve ser confundido com:

    • denúncia;

    • processo;

    • sentença;

    • condenação.

Uma pessoa pode ser investigada sem ser indiciada.

E eventual indiciamento não significa que haverá necessariamente condenação.


O advogado pode impedir o indiciamento?

Nenhum advogado pode garantir esse resultado.

A defesa pode:

    • apresentar documentos;

    • formular requerimentos;

    • indicar elementos relevantes;

    • demonstrar inconsistências;

    • apresentar argumentos jurídicos.

A decisão sobre o indiciamento pertence à autoridade policial.


O inquérito necessariamente vira processo?

Não.

Depois da investigação, o procedimento seguirá o fluxo legal.

O Ministério Público poderá analisar os elementos e adotar as providências previstas em lei.

Nem toda investigação resulta em denúncia.


Como funciona a defesa criminal durante um inquérito na 106ª DP?

Uma atuação defensiva estruturada pode ser dividida em etapas.

1. Análise inicial

O advogado compreende o relato do cliente.

2. Análise da intimação

Verifica-se unidade, data e informações do procedimento.

3. Identificação da investigação

Busca-se localizar corretamente o inquérito.

4. Procuração

Formaliza-se a representação quando necessária.

5. Pedido de acesso

Solicitam-se os elementos já documentados e acessíveis.

6. Análise das provas

São examinados depoimentos, documentos, vídeos e demais elementos.

7. Identificação de provas defensivas

A defesa verifica mensagens, imagens, testemunhas e documentos que possam esclarecer os fatos.

8. Preparação para o depoimento

O cliente é orientado sobre o procedimento e seus direitos.

9. Acompanhamento na 106ª DP

O advogado acompanha o ato e presta assistência jurídica.

10. Acompanhamento posterior

Novos elementos podem ser analisados conforme a investigação evolui.


O advogado pode pedir novas cópias?

Sim.

Essa providência pode ser importante porque o inquérito é dinâmico.

Depois de uma primeira cópia, podem surgir:

    • novos depoimentos;

    • laudos;

    • perícias;

    • imagens;

    • relatórios;

    • novas decisões;

    • outras diligências já documentadas.

Por isso, em determinadas investigações, uma única consulta pode não ser suficiente.


Quanto tempo demora um inquérito na 106ª DP?

Não existe prazo prático idêntico para todas as investigações.

A duração depende de fatores como:

    • natureza do crime;

    • quantidade de pessoas envolvidas;

    • número de testemunhas;

    • necessidade de perícias;

    • análise de imagens;

    • diligências fora de Petrópolis;

    • existência de presos;

    • medidas judiciais;

    • complexidade da investigação.

Investigações simples e complexas podem ter durações completamente diferentes.


O advogado pode atuar antes do processo criminal?

Sim.

Não é necessário esperar eventual denúncia.

A atuação defensiva pode começar ainda durante a investigação.

Dependendo do caso, isso pode ser especialmente importante para:

    • conhecer o inquérito;

    • preservar provas;

    • acompanhar depoimento;

    • apresentar elementos;

    • requerer diligências;

    • acompanhar o procedimento.


Advogado Criminalista em Itaipava

Quem enfrenta uma investigação perante a 106ª DP pode procurar advogado criminalista em Itaipava para orientação e defesa.

A atuação pode envolver:

    • intimações;

    • inquéritos;

    • depoimentos;

    • prisão em flagrante;

    • medidas cautelares;

    • habeas corpus, quando cabível;

    • processos criminais;

    • audiências;

    • recursos.

A estratégia dependerá da fase e da natureza da investigação.


Advogado para acompanhamento na 106ª DP de Itaipava

O Dr. Lúcio Saldanha Gonçalves atua na advocacia criminal e no acompanhamento de investigações policiais e processos criminais.

Em demandas relacionadas à 106ª Delegacia de Polícia de Itaipava, a atuação poderá compreender, conforme o caso:

    • análise da intimação;

    • orientação jurídica;

    • identificação do inquérito;

    • apresentação de procuração;

    • pedido de acesso;

    • obtenção de cópias;

    • análise da investigação;

    • preparação para depoimento;

    • acompanhamento presencial na delegacia;

    • avaliação de provas defensivas;

    • apresentação de documentos;

    • requerimentos;

    • acompanhamento posterior do inquérito;

    • atuação em eventual processo criminal.

Determinados atos também poderão ser realizados por advogado integrante da equipe, conforme a organização profissional e o objeto da contratação.


Quando procurar advogado depois de receber uma intimação?

Quando houver possibilidade de a pessoa estar sendo investigada, buscar orientação antes do depoimento pode permitir maior preparação.

Uma sequência possível é:

intimação → advogado → identificação da investigação → pedido de acesso → análise das provas → orientação → depoimento.

Quanto menor o prazo até o ato, menor será o tempo para realizar essas providências.


Fui intimado para amanhã. Ainda é possível contratar advogado?

Sim.

A defesa precisará trabalhar com o tempo disponível.

Pode ser necessário priorizar:

    • análise da intimação;

    • identificação da condição do cliente;

    • orientação sobre direitos;

    • tentativa de acesso;

    • preparação para o ato;

    • acompanhamento presencial.

Nem sempre será possível obter e analisar todo o inquérito em poucas horas.


A 106ª DP possui atuação relevante em Itaipava?

Sim.

Além das investigações recentes já mencionadas, uma publicação local destacou a 106ª DP entre as delegacias bem avaliadas no Estado em 2025, considerando indicadores relacionados a investigação, prisões, atendimento e cumprimento de mandados.

Isso reforça que a unidade possui atuação investigativa significativa dentro da Região Serrana.


Perguntas frequentes sobre a 106ª DP de Itaipava

1. Onde fica a 106ª DP de Itaipava?

Na Estrada União e Indústria, nº 8.764, Nogueira, Petrópolis/RJ, CEP 25730-735.

2. Por que ela é chamada de Delegacia de Itaipava se fica em Nogueira?

A unidade é oficialmente denominada 106ª DP – Itaipava, mas sua sede física está em Nogueira.

3. Quais são os telefones da 106ª DP?

A Carta de Serviços relaciona atualmente (24) 2222-7094, 2232-0135, 2232-0153 e 2232-0128.

4. Quem é o delegado da 106ª DP?

Registros do ISP em 2026 identificam o Dr. Victor Barbosa Maranhão Pinto como representante da unidade.

5. A 106ª DP integra qual AISP?

A AISP 26 de Petrópolis, juntamente com a 105ª DP e o 26º BPM.

6. A 106ª DP atende só Itaipava?

Não. Sua atuação territorial alcança outras localidades dos distritos de Petrópolis, conforme a circunscrição policial.

7. A 106ª DP atende a Posse?

Há registros recentes de investigações da unidade relacionadas a fatos ocorridos na Posse.

8. Recebi uma intimação. Isso significa que sou investigado?

Não necessariamente. Você pode ser vítima, testemunha ou investigado.

9. Como saber o motivo da intimação?

É necessário analisar o documento e identificar o procedimento.

10. Preciso de advogado?

Depende da situação. Para quem figura como investigado, orientação jurídica pode ser especialmente importante.

11. O advogado pode acessar o inquérito?

Pode buscar acesso aos elementos já documentados pertinentes ao exercício da defesa.

12. É possível conseguir cópia antes do depoimento?

Pode ser possível, se houver tempo e o material estiver acessível.

13. O advogado pode acompanhar meu depoimento?

Sim.

14. Posso permanecer em silêncio?

O investigado possui direito constitucional ao silêncio.

15. É sempre melhor permanecer em silêncio?

Não. A estratégia depende da investigação.

16. Posso apresentar provas?

Dependendo do caso, sim.

17. Câmeras podem ser importantes?

Sim. A própria 106ª DP utiliza análise de imagens em investigações recentes.

18. Posso ser preso só porque fui intimado?

Não. Intimação não equivale a mandado de prisão.

19. Ser indiciado significa ser condenado?

Não.

20. A investigação necessariamente gera processo?

Não.

21. O advogado pode continuar acompanhando o inquérito?

Sim, conforme o objeto da contratação.

22. A 106ª DP investiga crimes graves?

Há registros recentes de investigações envolvendo homicídio, crimes sexuais e tráfico de drogas.

23. A unidade investiga crimes patrimoniais?

Sim. Há registros recentes de atuação em furto, receptação e roubo.

24. Posso pedir novas cópias do inquérito?

Sim, pois novos elementos podem ser documentados durante a investigação.

25. Qual o melhor momento para procurar advogado?

Quando houver indicação de investigação contra a própria pessoa, buscar orientação antes do depoimento pode permitir melhor análise e preparação.


Recebeu uma intimação da 106ª DP de Itaipava?

Quem recebeu uma intimação da 106ª Delegacia de Polícia de Itaipava, descobriu que está sendo investigado ou precisa prestar depoimento pode procurar orientação jurídica antes do comparecimento.

O Dr. Lúcio Saldanha Gonçalves, advogado criminalista, atua no acompanhamento de investigações policiais e processos criminais, inclusive em Petrópolis e na Região Serrana.

Dependendo das circunstâncias, a atuação poderá compreender:

análise da intimação → identificação do procedimento → procuração → pedido de acesso → obtenção das cópias → análise das provas → preparação → acompanhamento na 106ª DP → acompanhamento posterior da investigação.

Cada caso exige análise individual.


Conclusão

A 106ª Delegacia de Polícia de Itaipava possui importante atuação territorial nos distritos de Petrópolis e funciona na Estrada União e Indústria, nº 8.764, Nogueira.

A unidade integra a AISP 26 e registros oficiais de 2026 apontam o delegado Victor Barbosa Maranhão Pinto como seu representante.

A realidade recente da delegacia demonstra atuação em investigações de diferentes níveis de complexidade, incluindo crimes patrimoniais, homicídios, crimes sexuais, tráfico de drogas e roubos.

Para quem recebe uma intimação ou descobre que está sendo investigado, o ponto inicial é compreender qual procedimento existe, qual fato está sendo apurado e em que condição a pessoa será ouvida.

A defesa criminal não precisa começar apenas depois de uma denúncia.

Dependendo do caso, um advogado criminalista pode atuar ainda durante o inquérito, buscando acesso aos elementos documentados, analisando provas, orientando o cliente antes do depoimento, preservando elementos defensivos e acompanhando o desenvolvimento da investigação.

Por isso, quem procura por advogado criminalista em Itaipava, advogado para acompanhamento na 106ª DP, advogado para intimação da 106ª Delegacia de Polícia de Itaipava ou advogado para inquérito policial em Petrópolis pode buscar orientação ainda durante a fase policial.

Cada investigação possui fatos, provas e riscos próprios e deve ser analisada individualmente.


Compromisso e Resultados

Veja o que dizem sobre nós!

Clique para Ligar
Fale por WhatsApp
Fale por WhatsApp