A defesa do homem acusado na Lei Maria da Penha no RJ
No Rio de Janeiro, a aplicação da Lei Maria da Penha ocorre de forma sumária e rigorosa, especialmente contra homens. É comum que:
medidas protetivas sejam concedidas em poucas horas;
o acusado seja afastado do lar imediatamente;
o homem perca o convívio com os filhos;
a palavra da acusadora seja aceita sem contraditório inicial.
Isso não significa que o homem não possa se defender. Significa que a defesa precisa ser técnica, rápida e especializada.
A Lei Maria da Penha e o direito de defesa do homem
A Lei nº 11.340/2006 foi criada para proteger mulheres vítimas de violência doméstica, mas não suspende os direitos fundamentais do homem acusado, como:
presunção de inocência;
contraditório;
ampla defesa;
devido processo legal.
O fato de o acusado ser homem não autoriza condenações automáticas, nem a manutenção indefinida de medidas restritivas sem fundamento.
Falsas acusações e uso estratégico da Lei Maria da Penha contra o homem
Na prática forense do RJ, é recorrente o uso da Lei Maria da Penha contra homens em situações como:
término de relacionamento;
disputas por guarda de filhos;
conflitos patrimoniais;
vingança emocional;
tentativa de afastar o pai do convívio familiar;
obtenção de vantagem em processos de família.
Nesses casos, não há violência doméstica, mas sim conflito conjugal, que não pode ser criminalizado.
Minha atuação é demonstrar:
inexistência de violência;
ausência de risco atual;
contradições no relato da acusadora;
contexto de conflito familiar;
uso indevido da Lei Maria da Penha.
A importância de um advogado especialista na defesa do homem no RJ
A defesa do homem acusado na Lei Maria da Penha não pode ser genérica. Ela exige:
conhecimento do funcionamento dos Juizados de Violência Doméstica do RJ;
atuação simultânea no processo criminal e nos reflexos no Direito de Família;
estratégia para revogação de medidas protetivas;
atuação preventiva para evitar prisão.
Um erro defensivo pode resultar em:
prisão injusta;
afastamento prolongado dos filhos;
condenação criminal indevida;
danos irreversíveis à reputação.
O que o homem deve fazer ao ser acusado na Lei Maria da Penha no RJ
1. Procure imediatamente um advogado criminalista especialista na defesa do homem
A atuação imediata pode evitar a consolidação de medidas protetivas abusivas.
2. Cumpra rigorosamente as medidas protetivas
O descumprimento pode gerar prisão em flagrante, ainda que a acusação seja falsa.
3. Não tente contato com a acusadora
Qualquer contato pode ser interpretado como violação da medida.
4. Preserve provas
Conversas, áudios, vídeos, testemunhas e documentos são fundamentais para a defesa.
Medidas protetivas: como afetam o homem e como se defender no RJ
As medidas protetivas costumam impor ao homem:
afastamento do lar;
proibição de contato com a ex-companheira;
restrição de convivência com os filhos;
proibição de frequentar determinados locais.
Essas medidas:
não são definitivas;
devem ser fundamentadas;
não podem se perpetuar sem reavaliação judicial.
Atuo para:
requerer revogação;
pedir flexibilização;
demonstrar ausência de risco atual;
evitar prorrogações automáticas.
Investigação policial e o homem acusado na Lei Maria da Penha
A apuração ocorre por meio de inquérito policial, geralmente instaurado de forma imediata.
Atuação do advogado na fase policial
Minha atuação inclui:
acompanhamento do depoimento do acusado;
orientação para o exercício do direito ao silêncio;
juntada de provas defensivas;
pedido de diligências;
requerimento de arquivamento do inquérito.
Prazos
10 dias (se houver prisão);
30 dias (se estiver solto);
prorrogações são comuns no RJ.
Crimes mais imputados aos homens na Lei Maria da Penha
A Lei Maria da Penha não cria crimes, mas altera o procedimento de delitos previstos no Código Penal Brasileiro, como:
ameaça;
lesão corporal;
injúria e difamação;
perseguição (stalking);
descumprimento de medida protetiva.
As penas variam conforme o crime imputado, podendo gerar prisão e antecedentes criminais.
Como funciona o processo criminal para o homem no RJ
Após o inquérito:
O Ministério Público analisa o caso;
Pode oferecer denúncia;
O juiz decide sobre o recebimento;
O processo segue com audiências;
Ao final, é proferida sentença.
A defesa técnica firme e estratégica é decisiva para evitar condenações injustas.
Teses defensivas mais utilizadas na defesa do homem
Na defesa do homem acusado, atuo com teses como:
inexistência de violência doméstica;
ausência de risco atual;
contradições no relato da acusadora;
provas unilaterais;
conflito conjugal sem relevância penal;
denunciação caluniosa;
nulidades processuais;
uso abusivo da Lei Maria da Penha.
Prisão preventiva do homem na Lei Maria da Penha
A prisão pode ocorrer, especialmente, em caso de:
descumprimento de medida protetiva;
suposto risco atual;
reiteração delitiva.
Atuo imediatamente para:
evitar prisão ilegal;
requerer liberdade provisória;
impetrar habeas corpus;
proteger a integridade e os direitos do acusado.
Recursos e revisão de condenações
Mesmo após condenação injusta, é possível:
interpor apelação criminal;
impetrar habeas corpus;
reconhecer nulidades;
propor revisão criminal.
A defesa não termina com a sentença.
Atuação no Rio de Janeiro, São Paulo e em todo o Brasil
Atuo como advogado criminalista especialista na defesa do homem acusado na Lei Maria da Penha:
em todo o Estado do Rio de Janeiro;
em São Paulo;
e em todo o Brasil, conforme o caso.
Minha atuação é técnica, estratégica e combativa, sempre voltada à defesa da liberdade, da família e da dignidade do homem injustamente acusado.
A importância da consultoria jurídica inicial para o homem acusado
A consultoria jurídica inicial é decisiva para:
entender o real cenário do caso;
evitar erros irreversíveis;
definir a melhor estratégia defensiva;
reduzir riscos imediatos;
preservar vínculos familiares.
Quanto mais cedo o advogado atua, maiores são as chances de êxito.
Conclusão
No Rio de Janeiro, a Lei Maria da Penha é aplicada com rigor, mas não pode suprimir os direitos do homem acusado, nem ser utilizada como instrumento de vingança ou pressão emocional.
Sem defesa técnica especializada, o risco de:
prisão injusta;
afastamento prolongado do lar e dos filhos;
condenação criminal indevida;
danos irreparáveis à reputação
é extremamente elevado.
Se você é homem e foi acusado com base na Lei Maria da Penha no RJ, procure imediatamente um advogado criminalista especialista na sua defesa.
FAQ – Defesa do Homem na Lei Maria da Penha no Rio de Janeiro
Advogado Criminalista Especialista na Defesa do Homem – Dr. Lúcio Saldanha Gonçalves
1. Sou homem e fui acusado pela Lei Maria da Penha no RJ. O que devo fazer imediatamente?
Você deve procurar imediatamente um advogado criminalista especialista na defesa do homem na Lei Maria da Penha no Rio de Janeiro. Não preste depoimento sem advogado e não tente resolver a situação por conta própria. A defesa técnica imediata pode evitar prisões e medidas protetivas abusivas.
2. A Lei Maria da Penha no RJ trata o homem como culpado automaticamente?
Na prática, o homem sofre medidas imediatas, mas isso não significa culpa automática. O homem possui direito à presunção de inocência, ampla defesa e contraditório. A atuação do advogado é essencial para restabelecer o equilíbrio do processo.
3. Medidas protetivas podem ser aplicadas contra o homem sem ele ser ouvido?
Sim. No Rio de Janeiro, é comum a concessão de medidas protetivas antes da oitiva do acusado. No entanto, essas medidas podem e devem ser contestadas quando não houver risco atual ou prova concreta.
4. Quais medidas protetivas costumam atingir o homem?
As mais comuns são:
afastamento do lar;
proibição de contato com a mulher;
proibição de aproximação;
restrição de convivência com os filhos;
proibição de frequentar determinados locais.
5. Medida protetiva pode durar para sempre?
Não. Medidas protetivas não são eternas. Elas devem ser fundamentadas, proporcionais e reavaliadas. A defesa pode pedir revogação ou flexibilização quando cessar o suposto risco.
6. Falsas acusações contra homens na Lei Maria da Penha são comuns no RJ?
Sim. Na prática forense do Rio de Janeiro, é comum o uso da Lei Maria da Penha em:
término de relacionamento;
disputas por guarda de filhos;
vingança emocional;
conflitos patrimoniais;
tentativas de afastar o pai do convívio familiar.
7. A palavra da acusadora é suficiente para condenar o homem?
Não. Embora tenha relevância inicial, nenhuma condenação pode ocorrer sem provas. Contradições, ausência de materialidade e contexto de conflito familiar são fundamentais para a defesa.
8. Quais crimes normalmente são imputados ao homem na Lei Maria da Penha?
A Lei Maria da Penha não cria crimes, mas altera o procedimento de delitos previstos no Código Penal Brasileiro, como:
ameaça;
lesão corporal;
injúria e difamação;
perseguição (stalking);
descumprimento de medida protetiva.
9. O que acontece se o homem descumprir uma medida protetiva no RJ?
O descumprimento pode gerar prisão em flagrante, além de novo processo criminal. Mesmo que a acusação seja falsa, o cumprimento da medida é obrigatório até decisão judicial em sentido contrário.
10. Devo ir à delegacia sem advogado?
Não. O homem acusado tem direito constitucional ao silêncio. Prestar depoimento sem advogado criminalista especialista pode comprometer seriamente a defesa.
11. Conversas de WhatsApp e áudios ajudam na defesa do homem?
Sim. Provas digitais são frequentemente decisivas para demonstrar contradições, inexistência de ameaça, consentimento ou contexto de conflito conjugal.
12. Como funciona o inquérito policial para o homem acusado no RJ?
O inquérito reúne depoimentos e provas. Nessa fase, a atuação do advogado é essencial para acompanhar o investigado, juntar provas defensivas e requerer diligências.
13. Qual o prazo do inquérito policial na Lei Maria da Penha?
O prazo legal é:
10 dias, se houver prisão;
30 dias, se o homem estiver solto;
sendo comuns prorrogações no RJ.
14. O homem pode perder o contato com os filhos por medida protetiva?
Sim, isso ocorre com frequência. Contudo, o afastamento não pode ser automático nem definitivo. A defesa pode atuar para preservar ou restabelecer a convivência familiar.
15. É possível arquivar um inquérito da Lei Maria da Penha contra o homem?
Sim. Quando não há provas de violência ou risco atual, o advogado pode requerer o arquivamento do inquérito, evitando o processo criminal.
16. O homem pode ser preso preventivamente na Lei Maria da Penha?
Somente em situações excepcionais, como:
descumprimento de medida protetiva;
risco concreto e atual;
reiteração delitiva.
A prisão não é automática e pode ser combatida pela defesa.
17. Quais são as principais teses defensivas na defesa do homem?
Entre as principais:
inexistência de violência doméstica;
ausência de risco atual;
contradições no relato da acusadora;
provas unilaterais;
conflito conjugal sem relevância penal;
denunciação caluniosa;
nulidades processuais.
18. É possível recorrer se o homem for condenado?
Sim. São cabíveis recursos como apelação criminal, habeas corpus e revisão criminal. Mesmo após condenação injusta, a defesa pode buscar a reversão.
19. O Dr. Lúcio Saldanha Gonçalves atua especificamente na defesa do homem na Lei Maria da Penha?
Sim. Atuo como advogado criminalista especialista na defesa do homem acusado na Lei Maria da Penha, com ampla experiência em medidas protetivas, inquéritos e processos criminais no RJ.
20. Em quais locais o Dr. Lúcio Saldanha atua?
Atuo em todo o Estado do Rio de Janeiro, também em São Paulo e em todo o Brasil, oferecendo defesa criminal especializada para homens acusados injustamente.
21. Por que o homem deve procurar um advogado especialista na Lei Maria da Penha?
Porque liberdade, família, reputação e dignidade estão em jogo. Uma defesa especializada aumenta significativamente as chances de:
revogação de medidas protetivas;
arquivamento do inquérito;
absolvição;
preservação do convívio familiar.

